terça-feira, 21 de janeiro de 2014
vitrine capixaba: Em Vitória Blocos de rua têm até esta quarta para ...
vitrine capixaba: Em Vitória Blocos de rua têm até esta quarta para ...: André Sobral Blocos carnavalescos levam irreverência e muitos foliões para as ruas da capital Os blocos carnavalescos que pretend...
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Escola de Samba Unidos da Piedade focada no Outubro Rosa
Com o apoio do Avivar a bateria da mais querida vestiu-se de rosa juntamente com a Escola de Samba Boa Vista e foram pra quadra fazer bonito.
Entende-se que a luta no combate ao câncer de mama é uma tarefa de todos nós, por isso não poderíamos ficar fora da campanha.
Rozí de Sá-Psicopedagoga
27 3222.3822
Entende-se que a luta no combate ao câncer de mama é uma tarefa de todos nós, por isso não poderíamos ficar fora da campanha.
Rozí de Sá-Psicopedagoga
27 3222.3822
sábado, 20 de julho de 2013
Bloco Arrastando Papo dá lição socioambiental em Festa Junina.
Preocupação socioambiental: NÓS CONTRIBUIMOS COM O MEIO
AMBIENTE, E VOCÊ?
Diretoria do Bloco Edson Papo Furado – Arrastando Papo, há 3
(três) anos se reúne para revitalizar o Centro através de ações comunitárias
realizando eventos, proporcionando qualidade de vida aos moradores do Centro,
bem como curtindo todo o bem estar, que cada atividade permite.
Em comum amamos-se, frequentar os Bares da Rua 7 de Setembro,
Vitória/ES, em especial, e tudo mais que o Centro histórico nos propõe, porém o
lixo deixado por clientes e donos de bares, no final do expediente, nos
incomoda.
A cada final de noite é visível à população a sujeira que
clientes de bares e comerciantes deixam. Sabe-se que preocupar-se com esse lixo
é uma questão de saúde pública, logo precisamos de mobilizações que
conscientizem mais a população e os donos de bares a jogarem adequadamente o
lixo acumulado, durante a jornada de trabalho, e ao cliente cabe a educação de
tentar manter a cidade limpa.
Desta forma a diretoria do Bloco resolveu agir, dando uma
contribuição. “Nosso objetivo é contribuir com o meio ambiente de duas maneiras”.
Na atividade de Julho, mês que se realizará o Arraiá da 7, do Centro Histórico
estaremos reciclando e fazendo a campanha do uso de “caneca”.
Em comum temos a preocupação com a qualidade de vida e bem
estar do morador do Centro, pois temos consciência de que o lixo nos traz
graves doenças e remete ao desconforto coletivo. Por isso optamos em vender
canecas, tivemos o cuidado de estampar imagens que remetem o patrimônio
histórico de nosso Centro, para ficar mais atrativo.
Já as bandeirinhas,
que farão parte da decoração será de jornal, revistas e usadas.
Participe também desta campanha adquirindo uma caneca, para o
dia da festa e trazendo para nós bandeirinhas, feitas de jornal e revistas.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Existe um modelo estético nas manifestações públicas?
STI, vou compartilhar um comentário e tentar dar uma resposta, embora a pergunta não tenha sido para o AVIVAR "... vi pessoas filmando nossas manifestações, com cortes de cabelo bem diferentes dos manifestantes. Quem seriam eles? Para quem estavam filmando? Seriam X-9? Não sei, nem sabemos, apenas suspeitamos!!!"
Me deu um nó na garganta, pois eu também estava lá e "muitos" de nossos clientes, que usam blacks, cortes diferenciados
penteado afro, tranças e dreads também estavam por lá.
Em comum esses clientes, eu e a maioria dos manifestantes apenas registrávamos o que o apenas no olhar é difícil registrar. Vale lembrar que essa geração, atuais universitários, estudantes, militantes e tantos mais são jovens e como tal nunca viveram um momento histórico como este, em que a população resolveu gritar com "eco coletivo", que estamos indignados com a falta de atenção as necessidades básicas da sociedade.
Fica então a indignação estética, será que o cabelo reflete dúvidas sobre quem somos ou que atitudes diferenciadas tomamos uns dos outros, quando o estilo é de "cortes diferentes". Será que o fato de usar um estilo capilar diferenciado leva dúvidas sobre sua honestidade, interesses ou intenções...
Rozí de Sá - Psicopedagoga.
AVIVAR - Rua 7 de Setembro, 245-Galeria Boulevard-Loja 04-Centro-Vitória/ES
Tel. 27 3222.3822
Me deu um nó na garganta, pois eu também estava lá e "muitos" de nossos clientes, que usam blacks, cortes diferenciados

penteado afro, tranças e dreads também estavam por lá.
Em comum esses clientes, eu e a maioria dos manifestantes apenas registrávamos o que o apenas no olhar é difícil registrar. Vale lembrar que essa geração, atuais universitários, estudantes, militantes e tantos mais são jovens e como tal nunca viveram um momento histórico como este, em que a população resolveu gritar com "eco coletivo", que estamos indignados com a falta de atenção as necessidades básicas da sociedade.
Fica então a indignação estética, será que o cabelo reflete dúvidas sobre quem somos ou que atitudes diferenciadas tomamos uns dos outros, quando o estilo é de "cortes diferentes". Será que o fato de usar um estilo capilar diferenciado leva dúvidas sobre sua honestidade, interesses ou intenções...
Rozí de Sá - Psicopedagoga.
AVIVAR - Rua 7 de Setembro, 245-Galeria Boulevard-Loja 04-Centro-Vitória/ES
Tel. 27 3222.3822
quarta-feira, 8 de maio de 2013
ESTÉTICA - PENSAMENTO ESTÉTICO E PENSADORES DA ESTÉTICA
Estética (do grego αισθητική ou aisthésis: percepção,
sensação) é um ramo da filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos
fundamentos da arte.
Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo, a produção das
emoções pelos fenômenos estéticos, bem como: as diferentes formas de arte e da técnica
artística; a ideia de obra de arte e de criação; a relação entre matérias e
formas nas artes. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se do sublime, ou da privação da beleza, ou seja, o
que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo.1
Estética na Antiguidade
Especialmente com Platão, Aristoteles, e Plotino
- a estética era estudada fundida com a lógica
e a ética. O belo, o bom e o verdadeiro formavam uma unidade com a obra. A
essência do belo seria alcançada identificando-o com o bom, tendo em conta os
valores morais.2
Na Idade Média
surgiu a intenção de estudar a estética independente de outros ramos
filosóficos.
No âmbito do Belo, dois
aspectos fundamentais podem ser particularmente destacados: a estética iniciou-se como teoria
que se tornava ciência normativa às custas da lógica
e da moral
- os valores humanos fundamentais: o verdadeiro, o bom, o belo. Centrava
em certo tipo de julgamento de valor que enunciaria as normas gerais do
belo.
- a estética assumiu características também de uma metafóisico do belo, que se esforçava para desvendar a fonte original de todas as belezas sensíveis: reflexo do inteligível na matéria (Platão), manifestação sensível da ideia (Hegel), o belo natural e o belo arbitrário (humano), etc.
Este caráter metafísico e
conseqüentemente gogmatico
da estética transformou-se posteriormente em uma filosofia da arte, onde se procura
descobrir as regras da arte na própria ação criadora (Poética)
e em sua recepção, sob o risco de impor construções a priori sobre o que
é o belo. Neste caso, a filosofia da arte se tornou uma reflexão sobre os
procedimentos técnicos elaborados pelo homem, e sobre as condições sociais que
fazem um certo tipo de ação ser considerada artística.
Para além da obra já referida
de Baumgarten - infelizmente não editada em português -, são importantes as
obras Hípias Maior, O Banquete e Fedro, de Platão, a Poética,
de Aristóteles, a Crítica da Faculdade do Juízo, de Kant e Cursos de Estética
de Hegel.
Embora os pensadores tenham ponderado a beleza e a arte por milhares de
anos, o assunto da estética não foi totalmente separado da disciplina
filosófica até o século XVIII .
SÓCRATES
Sócrates foi um dos primeiros
e mais notórios pensadores gregos a refletir sobre as questões da estética. Nos
diálogos de Sócrates com Hípias, há uma refutação dos conceitos
tradicionalmente atribuídos ao belo. Ele
não irá definir o que é belo julgando-se incapaz de explicar o belo em si.
PLATÃO
Platão dissociava o belo do mundo sensível, sua existência ficava confinada ao mundo das ideias, associando-se ao bem, a verdade, ao imutável e a perfeição.
Na visão de Platão o belo para estava no plano
do ideal, mais propriamente a ideia do belo em si, era colocada por ele como
absoluto e eterno, não dependeria dos objetos, ou seja, o belo era a própria ideia de perfeição, estando plenamente completo,
restando ao mundo sensível apenas a imitação ou a cópia da beleza julgada como perfeita.
Entende-se então que somente a partir
do ideal de beleza suprema é que seria possível emitir um juízo estético,
portanto definir o que era ou não belo, ou o que conteria maior ou menor
beleza. Por estar fora do mundo sensível o belo platoniano está separado também
da intromissão do julgamento humano cujo estado é passivo diante do belo. Ele
estabelecia uma união inseparável entre o belo, a beleza, o amor e o saber.
O belo em Platão serviria para
conduzir o homem à perfeição, ao qual restaria a cópia fiel e a simulação,
estas concepções filosóficas vão permear a arte grega e ocidental por um longo
período, até o século XVIII, com momentos históricos de maior ou menor ênfase
no fazer artístico.
ARISTÓTELES
Aristoteles,
discípulo de Platão, ao contrário de seu mestre, concebeu o belo a partir da
realidade sensível, deixando este de ser algo abstrato para se tornar concreto,
o belo materializa-se, a beleza no pensamento aristotélico já não era imutável,
nem eterna, podendo evoluir.
Através do pensamento de Aristóteles percebe-se os primeiros passos rumo
a ruptura do belo associado à ideia de perfeição, trará o belo para a esfera
mundana, colocará a criação artística sob a égide humana, já não mais separado
do homem mas intrínseco a ele. Embora as concepções do belo ficam por um longo
período esquecidas, sendo somente retomadas ao final da Idade Média, Aristóteles
deve ser lembrado como o pensador que mais deu abertura as perspectivas dos
critérios de julgamento do fazer artístico, conferindo ao artista a
possibilidade de individuação, assumindo o belo com seguimentos e critérios de simetria,
composição, ordenação, proposição, equilíbrio.As concepções do belo de Aristóteles ficam por um longo período esquecidas, sendo somente retomadas ao final da Idade Média.
Modernidade
Os conceitos do belo seguem o rumo da
apreciação, da fruição e da busca pelo juízo universal, pela verdade última de
sua definição. A revolução francesa traz novos ares ao mundo, e o engatinhar da
revolução industrial traz novas luzes ao pensamento humano.
Vários filosofos
se preocuparam com o belo durante este período, entre eles cita-se Hume e Burke,
que deixaram, cada um contribuições valiosas na tentativa de definição dos
conceitos e parâmetros do belo, mas nenhum foi tão importante quanto Kant, cuja contribuição
foi decisiva nas tentativas de explicação do belo.Filosofia do belo na arte é a designação aplicada a partir do século XVIII, por Baumgarten, à ciência filosófica que compreendeu o estudo das obras de arte e o conhecimento dos aspectos da realidade sensorial classificáveis em termos de belo ou feio.
Immanuel Kant
Em se tratando de teorias estéticas, para a maioria dos autores, Kant é
tido como referencial principal em suas obras: após Kant apresentar suas
teorias, nenhum outro filósofo depois dele deixou de o citar - refutando ou
concordando, todos o mencionam, ou seja dificilmente teremos um conceito
estético sem citar o mesmo.
Os conceitos sobre o belo
elaborados por Kant transformaram em definitivo o juízo estético. Kant irá
mudar as bases do juízo estético ocidental que até ele vinculavam as obras de
arte e a beleza natural ao sobrenatural. A beleza até
então era algo que a razão não poderia compreender, a arte era quem transpunha
o incognoscível absoluto e pelos simbolos
trazia o ideal
para o real.
O que tornava a arte apreciável até então era o prazer do deleite com o belo, a
influência moral que exercia sobre natureza humana.
Na visão de Kant, o juízo
estético é oriundo do sentimento e funciona no ser humano
como intermediário entre a razão e o intelecto. A função da razão é prática já função do intelecto
é elaborar teoria
sobre os fenômenos. Os fenômenos que são percebidos pelos sentidos através da
intuição, transformam-se em algo compreensível o que permitiria a emissão de um
juízo estético. Tal juízo não conduziria a um conhecimento intrínseco do
objeto, portanto não teria um valor cognitivo, nem tampouco seria um juízo
sobre a perfeição do objeto ou fenômeno, sendo correto independentemente dos
conceitos ou das sensações produzidas pelos objetos.
As sensações de prazer e
desprazeres na visão de Kant estão ligados as sensações estéticas e pertencem
aosujeito,
são estes sentimentos subjetivos, não lógicos
que emitem o conceito do belo, são eles que formam o juízo do gosto. A
percepção de um objeto ou fenômeno que instiga a sensação de prazer provoca a
fruição ou gozo e a essas sensações damos os nomes de belo, bonito e beleza. A
questão do belo seria então algo subjetivo, e por ser subjetivo é livremente
atribuído, sem parâmetro, fundado na “norma pessoal”. São os
sentimentos oriundos das sensações agradáveis que emitem o juízo do belo,
induzindo o desejo de permanecer usufruindo tais sensações. O interesse
imediato diante das sensações prazerosas é a continuidade.
Kant afirmava ser impossível
encontrar regras teóricas para a construção de belos objetos. E é impossível
porque, quando julgam que um objeto se inclui em certo princípio geral ou se
conforma com esta ou aquela regra, estam fazendo um juízo intelectual dessa
ordem, não podendo “inferir que ele é belo”.
A beleza não dependeria de
provas intelectivas, mas sim do senso de prazer gerado. O prazer é a ligação
principal queKant
faz com o belo,
por ser um prazer subjetivo, ele é desprovido do sentido de conhecimento, não
está vinculado à realidade de um objeto ou fenômeno, o prazer que o belo
proporciona vem apenas das representações sensivelmente apreendidas.
Hegel foi outro grande
filósofo que, após Kant, dedicou-se ao estudo do belo. Hegel parece concordar
de certa maneira com Platão, ao abordar a questão do ideal e do belo. Sobre a
beleza Hegel diz que “a beleza só pode se exprimir na forma, porque ela só é manifestação
exterior através do idealismo objetivo do ser vivente e se oferece à nossa
intuição e contemplação sensíveis”
Uma profunda análise sobre o ideal é um dos focos de
Hegel, ao ideal ele atribui todos os conceitos morais e espirituais,
pertencentes à natureza humana que são transfigurado pelo imaginário em formas
atribuídas a deuses
ou seres superiores a si mesmo, tal ideal segundo ele seria uma tentativa de
transpor a realidade
dura e cruel da vida cotidiana e ao mesmo tempo projetar para si mesmo exemplos
a serem seguidos. A beleza funciona para Hegel como a expressão máxima do
Ideal. O ideal classico “só representa o modo de ser do espírito, o que nele
há de sublime funde-se na beleza, é diretamente transformado em beleza”.
Para Hegel o belo é algo
espiritual, para definir o belo como algo espiritual, parte da premissa da
inexistência material do belo, colocando-o na categoria de conceito sem realidade física,
portanto, pertencente ao plano espiritual, ao plano da imaginação do sujeito.
Hegel definiu a estética como
a ciência
que estuda o belo, conferindo a estética à categoria de ciência filosófica.
Hegel vai tomar como base o
belo em si, e deixa de lado os objetos belos, que segundo ele são tidos como
belos por motivos diversos. “Não nos perturbam, portanto, as oposições entre os
objetos qualificados de belos: estas oposições são afastadas, suprimidas(…).
Nós começamos pelo belo como tal”. Acaba por determinar que “só é belo o que
possui expressão artística”.3
A análise do belo é basicamente em cima do belo artístico, relegando o
belo natural a um segundo plano. “para justificar esta exclusão, poderíamos
dizer que a toda a ciência cabe o direito de se definir como queira”. Uma
análise detalhada das diferenças do belo artístico e do belo natural, foi feita
por Hegel, privilegiando o belo artístico por considerá-lo superior, tecendo
explicações sobre tal superioridade
- ↑
Abbagnano, Nicola. Diccionário de Filosofia. Ciudad del México, Fondo de
Cultura Económica. 1966 p. 452a
- ↑
Bayer, Raymond, História da Estética. Lisboa: Editorial Estampa, Tradução:
José Saramago, 1995, pág. 27.
- ↑
HEGEL, George W. F. Curso de estética: o belo na arte. São Paulo: Martins
Bibliografia
- Aristóteles. Poética. São Paulo. Ed. Ars Poética. 1993.
- Burke, Edmund. Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas
ideias do sublime e do belo. Campinas: Papirus, 1993.
- Hegel, G. W. Cursos de Estética. São Paulo: Edusp, 2001/06. 4 vols.
- Hegel, George W. F. Curso de estética: o belo na arte. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
- Jimenez, Marc. Estética, o que é estética. São Leopoldo: Editora
Unisinos, 1999.
- Kant, Immanuel. Crítica da faculdade do juízo. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1993.
- Osborne, Harold. Estética e teoria da arte. São Paulo: Cultrix,
1993.
- Suassuna, Ariano. Iniciação á Estética. Rio de Janeiro. Ed. José
Olympio, 2004
segunda-feira, 22 de abril de 2013
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Dia da Consciencia Negra - AVIVAR - Vitória/ES
"A sociedade em que vivemos valoriza outro estereótipo, o que resulta na invisibilização do negro. Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas".
Com esta preocupação o Avivar - Eventos e Serviços se volta para os trabalhos sociais a fim de promover a Consciencia Negra por meio da valorização da Estética Afro.
Consciência Negra? Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra homenageia e resgata as negras raízes do povo brasileiro. Escolhido por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, ele é dedicado à reflexão sobre presença do negro na sociedade brasileira. "O Dia da Consciência Negra sinaliza a ideia do marco, marca o valor da conquista da liberdade deste grupo. Porém vale ressaltar que esta consciência precisa ser diária.
O dia da Consciência Negra também põe em pauta a importância de discutir a temática negra na escola. A inclusão de assuntos ligados à África e ao povo negro na educação formal é uma das estratégias para reconhecer a presença desse grupo na história do Brasil - os negros correspondem a 6,8% da população brasileira segundo o IBGE, mas os chamados "pardos" chegam a um número próximo da metade da população brasileira. Não à toa, escolas e instituições diversas já reconhecem a importância de trabalhar a cultura negra em seu dia a dia. Parabéns ao Projeto Social Raizes da Piedade que tomou a iniciativa de valorizar a estética afro local confiando no AVIVAR, Rozi de Sá e Graça de Sá como parceitas da Estética Afro Capixaba.
terça-feira, 20 de março de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
PAZ NO NATAL EM PRETO E BRANCO - VIVA A IGUALDADE!
Guernica
Guernica é um painel pintado por Pablo Picasso em 1937 por ocasião da Exposição Internacional de Paris. Foi exposto no pavilhão da República Espanhola. Medindo 350 por 782 cm, esta tela pintada a óleo é normalmente tratada como representativa do bombardeio sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães, apoiando o ditador Francisco Franco. Atualmente está no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid..
Morando em Paris, o artista soube dos fatos desumanos e brutais através de jornais - e daí supõe-se tenha saído a inspiração para a retratação monocromática do fato.
Sua composição retrata as figuras ao estilo dos frisos dos templos gregos, através de um enquadramento triangular das mesmas. O posicionamento diagonal da cabeça feminina, olhando para a esquerda, remete o observador a dirigir também seu olhar da direita para a esquerda, até o lampião trazido ainda aceso sobre um braço decepado e, finalmente, à representação de uma bomba explodindo.
Esse quadro foi feito também com o objetivo de passar para os que vissem, o que ele estava sentindo, um vazio por dentro de si, um conflito, uma guerra consigo mesmo buscando resposta pra sua vida amorosa , e toda vez que ele via o quadro, pensava consigo mesmo, será que o meu problema é maior que essa guerra, ou tem mais importância para os outros, e naquele momento ele conseguia esquecer. O que para nós demonstra uma grande preocupação por parte do autor do mesmo.
A pintura foi feita com o uso das cores preto e branco - algo que demonstrava o sentimento de repúdio do artista ao bombardeio da cidadezinha espanhola. Claramente em estilo cubista, Picasso retrata pessoas, animais e edifícios nascidos pelo intenso bombardeio da força aérea alemã (Luftwaffe), já sob o controle de Hitler, aliado de Francisco Franco.[editar] Composição
Morando em Paris, o artista soube dos fatos desumanos e brutais através de jornais - e daí supõe-se tenha saído a inspiração para a retratação monocromática do fato.Sua composição retrata as figuras ao estilo dos frisos dos templos gregos, através de um enquadramento triangular das mesmas. O posicionamento diagonal da cabeça feminina, olhando para a esquerda, remete o observador a dirigir também seu olhar da direita para a esquerda, até o lampião trazido ainda aceso sobre um braço decepado e, finalmente, à representação de uma bomba explodindo.
Esse quadro foi feito também com o objetivo de passar para os que vissem, o que ele estava sentindo, um vazio por dentro de si, um conflito, uma guerra consigo mesmo buscando resposta pra sua vida amorosa , e toda vez que ele via o quadro, pensava consigo mesmo, será que o meu problema é maior que essa guerra, ou tem mais importância para os outros, e naquele momento ele conseguia esquecer. O que para nós demonstra uma grande preocupação por parte do autor do mesmo.
[editar] Citação
| No, la pintura no está hecha para decorar las habitaciones. Es un instrumento de guerra ofensivo y defensivo contra el enemigo. ("Não, a pintura não está feita para decorar casas. Ela é uma arma de ataque e defesa contra o inimigo.") |
— Pablo Picasso, sobre Guernica
|
[editar] Curiosidades e folclore
Este artigo pode ser melhorado, integrando ao texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios. |
- Conta-se que, em 1940, com Paris ocupada pelos nazistas, um oficial alemão, diante de uma fotografia reproduzindo o painel, perguntou a Picasso se havia sido ele quem tinha feito aquilo. O pintor, então, teria respondido: "Não, foram vocês!".
- Na parte central (inferior direito) do quadro, a pelagem do cavalo mutilado é retratada com pequenos traços verticais. Picasso teria começado a fazê-las, mas quem as terminou teria sido sua esposa, pois o artista teria dito que davam muito trabalho.
- Esteve exposto no Casón del Buen Retiro antes de ir para o Museu Rcv cem 1994.
- O quadro, transferido para Nova Iorque durante a Segunda Guerra Mundial, recebeu do pintor a ordem de que apenas quando a Espanha natal fosse um país democrático poderia para lá ser transladada. Ficou sob a guarda do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque - MOMA. Isso ocorreu apenas a 9 de Setembro de 1981 [1], sendo Guernica retirada do MOMA rumo a Madrid. Tinha chegado ao final a peregrinação da obra a que chamavam os espanhóis de "el último exiliado".
- Em janeiro de 1973,e com o título The Great Guernica Fraud, o professor Jeffrey Hart do Dartmouth College, publicou no National Review um estudo onde sustenta a tese de que bombardeio de Guernica não ocorreu. O artigo foi reimpresso nos jornais Die Welt e Il Tempo. No último teve o título: "Revelações sensacionais destroem um Mito".
- Ao final da guerra, o aliados, por iniciativa dos russos, tentaram por todos os meios incriminar os alemães pela destruição de Guernica com o bombardeio aéreo de civis. Curiosamente nada foi encontrado nos arquivos da Luftwaffe (Força Aérea Alemã) ou da Wermacht (Forças Armadas). Também foram em vão todas as tentativas de se encontrar algo nos arquivos italianos. Daí surgir a versão de que a destruição de Guernica foi causada pelos próprios repulicanos em retirada, que explodiram os arsenais de munição lá existentes. Para aumentar ainda mais a suspeita, os revisionistas históricos acrescentam o fato de que o Partido Comunista Francês divulgou um comunicado detalhado sobre a destruição, culpando a Legião Condor, apenas algumas horas após o ataque. E que pouquíssimos dias após, Picasso, que era militante do PCF, divulgou para o mundo o famoso painel sobre a destruição de Guernica, embora ele já estivesse pintado bem antes do evento, cujo o tema eram as touradas. Diante da comoção mundial pela destruição, Pablo Picasso aproveitou a oportunidade para culpar os fascistas e autopromover-se. Fato ou não, a destruição de Guernica é a sua obra mais divulgada, conhecida e lembrada.
domingo, 23 de outubro de 2011
Por que (s), juntos, separados com acento e sem acento
Por que ele foi embora? (interrogativa direta)
Queremos saber por que ele foi embora. (interrogativa indireta)
Dica: Coloque a palavra "motivo" ou "razão" depois de "por que". Se der certo, escreva separado, sem acento.
Por que pode também equivaler a pelo qual, pela qual pelos quais, pelas quais, sendo o que, nesse caso, um pronome relativo. Exemplo:
Aquele é o quadro por que ela se apaixonou.
Dica: Quando for escrever tente substitua por que por "pelo qual, pelos quais, pela qual ou pelas quais":
Porque (junto, sem acento)
Ele foi embora porque cansou daqui.
Não vá porque você é útil aqui.
Dica: Substitua porque por "pois".
Também utiliza-se porque com o sentido de "para que", introduzindo uma finalidade
domingo, 9 de outubro de 2011
Steve Jobs
Um pouco de Steve Jobs – Pesquisa ROZILENE APARECIDA DE SÁ
Nascido em São Francisco em fevereiro de 1955, filho de pais universitários e não-casados,
Steve foi oferecido à adoção com uma semana de vida. Foi adotado por Paul e Clara Jobs, um casal de operários que pouco depois se mudou para Mountain View, na Califórnia, uma cidade rural cheia de pomares que não continuou rural por muito tempo — o Vale do Silício cresceu à sua volta.
Na escola, Steven Paul Jobs, que recebeu o mesmo nome de seu pai adotivo, um mecânico, esteve a ponto de se tornar um delinqüente. Ele diz que seu professor do quarto ano salvou seu percurso como estudante, subornando-o com dinheiro e doces. “Certamente eu teria acabado na cadeia”, disse Jobs. Um vizinho da mesma rua apresentou-o às maravilhas da eletrônica, dando-lhe Heathkits (kits eletrônicos vendidos como hobby) que lhe fizeram compreender o funcionamento interno dos produtos. Até aparelhos mais complexos, como TVs, deixaram de ser enigmáticos. “Aquelas coisas não eram mais misteriosas”, disse ele. “Ficou muito mais óbvio que eram os resultados da criação humana, e não algum tipo de magia.” (5)
Os pais biológicos de Jobs fizeram com que freqüentar uma universidade fosse uma condição para sua adoção, mas ele abandonou o Reed College, no Oregon, depois do primeiro semestre, embora continuasse a assistir, extra-oficialmente, a aulas das matérias que lhe interessavam, como caligrafia. Sem um tostão, reciclava garrafas de Coca-Cola, dormia no chão em casas de amigos e comia de graça no templo Hare Krishna local. Fez experiências com uma dieta apenas de maçãs, pensando que isso lhe permitiria dispensar o banho. Não funcionou.
Jobs tinha mais de 100 modelos de calças jeans azuis
Apesar de muitos brincarem com o fato de Jobs só possuir um conjunto de roupas – a famosa camisa preta e a calça jeans azul da Levis – o empresário, na verdade, tinha uma guarda-roupa bem recheado, ainda que de peças iguais.
ROZILENE APARECIDA DE SÁ
Caligrafia era uma das paixões de Steve Jobs
Como havia largado a faculdade que cursava, Steve Jobs decidiu assistir a aulas de caligrafia que eram oferecidas pela universidade. Na época, eram espalhados posters e etiquetas por todo o campus escritos com uma bela caligrafia. Steve aprendeu sobre fontes com serifa e sem serifa, e sobre como variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras.
Mesmo que aparentemente nada disso tivesse muita utilidade, Jobs aplicou o conhecimento adquirido nas aulas ao criar o primeiro computador Macintosh. Esse foi o primeiro computador com uma tipografia bonita, fontes múltiplas e proporcionalmente espaçadas. Provavelmente, se Steve Jobs nunca tivesse frequentado essas aulas, nenhum computador teria uma tipografia maravilhosa como hoje.
Jobs foi deixado para adoção por sua mãe biológica
Filho biológico dos então estudantes universitários Joanne Simpson e Abdulfattah Jandali, Jobs foi entregue para adoção ao já falecido casal Paul e Clara Jobs, que assumiu o compromisso de enviá-lo à universidade. A promessa chegou a ser cumprida, mas Steve resolveu largar a Universidade de Reed após 6 meses.
Steve Jobs trabalhou na Atari em 1974
Em 1974, Steve Jobs começou a trabalhar na Atari com o objetivo de juntar dinheiro para fazer seu retiro espiritual na Índia. Ao voltar de sua viagem, Jobs retornou ao seu emprego na produtora de games e ajudou a desenvolver o jogo Breakout.
O salário oficial de Steve Jobs era um dos mais baixos do mundo
Apesar do sálario de Steve Jobs na Apple ser de apenas US$1 por ano, ele possui 5,5 milhões de ações, que valem cerca de 1,8 bilhões de dólares, cada. Mesmo assim, ele está no Livro dos Recordes como o CEO que tem o salário mais baixo do mundo.
Steve Jobs não gostava de dar dinheiro para caridade
Steve Jobs nunca foi muito fã de doações para caridade – talvez para compensar o seu “baixo salário”. Porém, quando assumiu o cargo de CEO da Apple, Jobs parou de vez com todos os programas filantrópicos, sob a alegação de que deveriam esperar até a empresa se tornar lucrativa.
Mais tarde, porém, essa mostrou-se ser apenas uma desculpa para não fazer doações, já que a Apple tornou-se uma das empresas mais valiosas do mundo e “caridade” continuou sendo um assunto não muito interessante.
Com 7% das ações, Steve Jobs é o maior acionista da Disney
Jobs hoje é o maior acionista da Disney, com 7% das ações da empresa em sua propriedade.
ROZILENE APARECIDA DE SÁ
Em 1986, ele comprou a The Graphics Group por 5 milhões de dólares, mudou seu nome para Pixar, e deu mais 5 milhões de dólares para que a empresa fizesse experiências com animação.
Em 1995, a recém comprada empresa obteve grande sucesso com o filme Toy Story, produzido em parceria com a Disney. 11 anos depois, a Disney comprou a Pixar por 7,4 bilhões de dólares e Jobs passou a ser o maior acionista individual da empresa.
A Mercedes SL 55 AMG de Steve Jobs andava sem placa há mais de 2 anos
Steve Jobs simplesmente não gostava da placa do seu carro. Devido a essa quase implicância, ele costuma ser visto frequentemente em sua Mercedes Benz SL 55 AMG sem as placas dianteira e traseira – aparentemente, a multa de $250 cobrada na Califórnia por esse tipo de infração parecia não incomodar muito o empresário.
Frases Marcantes de Steve Jobs:
**“Para se ter sucesso, é necessário amar de verdade o que se faz. Caso contrário, levando em conta apenas o lado racional, você simplesmente desiste. É o que acontece com a maioria das pessoas.”
**“Relações destrutivas não ajudam ninguém, saiba reconhecer quem são”
**“Não faz sentido olhar para trás e pensar: devia ter feito isso ou aquilo, devia ter estado lá. Isso não importa. Vamos inventar o amanhã, e parar de nos preocupar com o passado”
**“Não faz sentido olhar para trás e pensar: devia ter feito isso ou aquilo, devia ter estado lá. Isso não importa. Vamos inventar o amanhã, e parar de nos preocupar com o passado”
**“Se você faz algo de bom e nem tudo dá certo, acho que é hora de pensar em outra coisa e tentar adivinhar o que vem pela frente”
**“Não penso muito em legado para as próximas gerações. Penso apenas em acordar de manhã e trabalhar com pessoas brilhantes para criar coisas que, espero, sejam tão apreciadas por outras pessoas como são apreciadas por nós”.
**“Não penso muito em legado para as próximas gerações. Penso apenas em acordar de manhã e trabalhar com pessoas brilhantes para criar coisas que, espero, sejam tão apreciadas por outras pessoas como são apreciadas por nós”.
**“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos”.
Em 2005, durante palestra na Universidade de Stanford, um ano após ter passado por cirurgia para retirada de um tumor no pâncreas.
Em 2005, durante palestra na Universidade de Stanford, um ano após ter passado por cirurgia para retirada de um tumor no pâncreas.
Referencia Bibliográfica: pt.wikipedia.org/wiki/Brasil
Pesquisa: ROZILENE APARECIDA DE SÁ
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